Atualmente, mais de 50% dos homens estão acima do peso

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A segurança da terapia de reposição de testosterona

Eventos adversos

A terapia com testosterona é caracterizada por uma larga margem de segurança. Eventos adversos ocasionais para os quais existem evidências de associação com a administração de testosterona incluem policitemia (níveis anormalmente elevados de glóbulos vermelhos), acne e pele oleosa, principalmente no início do tratamento e geralmente transitórias; produção reduzida de espermatozóides e fertilidade.1 Raramente, a ginecomastia transitória pode ocorrer no início do tratamento; em casos isolados, podem ocorrer ereções frequentes ou sustentadas. Nestes casos, a dose deve ser reduzida ou a preparação retirada a fim de evitar danos resultantes de uma ereção. A utilização de testosterona, em doses elevadas, ou ao longo de períodos prolongados pode resultar em alterações clinicamente insignificantes nos perfis lipídicos. Nos homens predispostos (por exemplo: obesidade, doença pulmonar obstrutiva crônica) a indução ou agravamento da apnéia obstrutiva do sono pode ocorrer raramente.1 A apnéia do sono desaparece quando a terapia de testosterona é interrompida.

Contraindicações

Contraindicações

  • Carcinomas androgênio-dependentes de próstata ou de glândula mamária do homem.
  • Hipercalcemia que acompanha tumores malignos.
  • Tumores hepáticos atuais ou antecedentes dos mesmos.
  • Hipersensibilidade à substância ativa ou a qualquer um de seus excipientes.
  • O uso de Nebido® (undecilato de testosterona) é contraindicado em mulheres.
Advertência

Advertência2

  • Pacientes idosos tratados com androgênios podem apresentar risco mais elevado de desenvolvimento de hiperplasia prostática. Embora não existam indicações claras de que os androgênios realmente promovam carcinoma prostático, eles podem intensificar o crescimento de algum carcinoma prostático existente. Portanto, deve-se excluir a possibilidade de existência de câncer de próstata antes do início do tratamento com medicamentos que contenham testosterona, especialmente em pacientes idosos. Como precaução, recomendam-se exames regulares da próstata.
  • Hemoglobina e hematócrito devem ser verificados periodicamente em pacientes que estejam em tratamento prolongado com androgênios para detectar casos de policitemia.
  • Casos de tumores hepáticos benignos e malignos têm sido observados em pacientes que utilizam substâncias hormonais, como produtos androgênicos. Se ocorrer dor intensa no abdome superior, aumento do tamanho do fígado ou sinais de hemorragia intra-abdominal em homens que utilizam Nebidoâ (undecilato de testosterona), a possibilidade de um tumor hepático deve ser considerada no diagnóstico diferencial.
  • Deve-se ter precaução em pacientes predispostos a edema, pois o tratamento com andrógenos pode resultar no aumento da retenção de sódio.
  • Até o momento não foram realizados ensaios clínicos com Nebidoâ (undecilato de testosterona) em crianças ou adolescentes com idade inferior a 18 anos.
  • Em crianças, a testosterona, além de promover masculinização, pode causar crescimento acelerado, maturação óssea e fechamento prematuro da epífise, desta forma, reduzindo a altura final. Deve-se esperar a ocorrência de acne vulgar.
  • Apnéia do sono preexistente pode ser potencializada.
  • Os androgênios não são adequados para promoção de desenvolvimento muscular em indivíduos sadios ou para aumento de habilidade física.
  • Assim como todas as soluções oleosas, Nebidoâ (undecilato de testosterona) deve ser injetado exclusivamente por via intramuscular e de forma muito lenta. Microembolismo pulmonar por soluções oleosas pode, em casos raros, levar a sinais e sintomas como tosse, dispneia, mal-estar, hiperidrose, dor no tórax, tontura, parestesia ou síncope. Estas reações podem ocorrer durante ou imediatamente após a injeção e são reversíveis. O tratamento é, geralmente, de suporte como, por exemplo, pela administração de oxigênio suplementar. Foram reportadas suspeitas de reações anafiláticas após injeção de Nebidoâ (undecilato de testosterona).

Fertilidade

Fertilidade

  • A terapia de reposição com testosterona pode reduzir reversivelmente a espermatogênese.

Referências

  1. Bhasin S, Cunningham GR, Hayes FJ, et al. Testosterone therapy in adult men with androgen deficiency syndromes: an endocrine society clinical practice guideline. J Clin Endocrinol Metab 2006; 91(6): 1995-2010
  2. Bula de Nebido®

Saiba mais em

Diagnóstico

Os sintomas de hipogonadismo podem variar de acordo com a pessoa.

Terapia

A terapia de reposição de testosterona é caracterizada por uma larga margem de segurança e boa tolerabilidade.

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