O tratamento com testosterona não está associado a maior risco de câncer de próstata

Em homens obesos
com mais de 45 anos,
A incidência de hipogonadismo
pode atingir 40%1

1. Dhindsa S, Miller MG, Mcwhirter CL et al. Testosterone concentrations in diabetic and nondiabetic obese men. Diabetes Care 2010 Jun; 33(6):1186-92.

Tratamento a Longo Prazo com Undecilato de Testosterona melhora a Circunferência abdominal, a Função Erétil e Reduz a Necessidade de Medicação para o Diabetes

Maio de 2019

ESTUDO: Hackett G, Cole N, Mulay A, Strange RC, Ramachandran S. Long-Term Testosterone Therapy in Type 2 Diabetes Is Associated with Decreasing Waist Circumference and Improving Erectile Function. The World Journal of Men's Health. 2018 Jan;36:e33.

O hipogonadismo está presente em cerca de 70% dos homens com diabetes tipo 2.1 Um corpo crescente de evidências mostra benefícios acentuados da terapia em longo prazo com testosterona em homens hipogonádicos com e sem diabetes tipo 2, incluindo melhora na circunferência abdominal, peso corporal, IMC, controle glicêmico, dislipidemia e marcadores inflamatórios.2-12

Apresentamos aqui os resultados de um acompanhamento de 4 anos do estudo UK BLAST13, que foi o primeiro estudo duplo-cego, controlado com placebo, conduzido exclusivamente em homens com hipogonadismo e diabetes tipo 2 para avaliar os efeitos metabólicos do tratamento com injeções de undecilato de testosterona de longa duração por 30 semanas.14

Pontos chave

  • Se a terapia com testosterona for interrompida, a perda de peso e a melhora da HbA1c e da função erétil observadas durante a terapia com testosterona são perdidas.
  • Homens que fizeram tratamento com testosterona consistentemente durante o período completo de 4 anos necessitaram de menos agentes antidiabéticos.
  • Homens em tratamento contínuo em longo prazo com testosterona, tiveram redução do peso e da circunferência da cintura por 82 semanas. Posteriormente, a circunferência da cintura continuou a diminuir, mas o peso aumentou.
  • A melhora nos escores de função erétil continuou com a terapia contínua em longo prazo com testosterona.

O que se sabe sobre os efeitos do tratamento com undecilato de testosterona em homens com diabetes tipo 2

O estudo BLAST (Burntwood Lichfield Atherstone Sutton Tamworth) mostrou que, em comparação com placebo, o tratamento com undecilato de testosterona resultou em redução significativa em HbA1c em 6 e 18 semanas14, com redução adicional em 82 semanas (1 ano após o período inicial de 30 semanas de tratamento controlado com placebo).15 A redução foi mais acentuada em pacientes com diabetes mal controlado (HbA1cno período basal superior a 7,5%). Houve também reduções significativas na circunferência da cintura, peso corporal, índice de massa corporal (IMC) e colesterol total. Também ocorreu melhora significativa na resistência à insulina, avaliada pelo HOMA-IR, após o período de extensão de tratamento de 52 semanas. Estas melhoras foram proporcionais à amplitude da elevação dos níveis de testosterona durante o período de tratamento.14,15

Além de realçar a importância de atingir elevações suficientes nos níveis de testosterona (i.e. níveis terapêuticos de testosterona) durante a terapia com testosterona, o estudo BLAST também fornece evidência de que a terapia com testosterona necessita ser mantida em longo prazo para que ocorram benefícios metabólicos. Não houve eventos adversos significativos.16,17

O que este estudo acrescenta

Esta análise adicional dos participantes do estudo BLAST teve como objetivo determinar se as melhoras em HbA1c, peso corporal, circunferência da cintura e função erétil observadas após 30 semanas de terapia com testosterona foram mantidas em longo prazo, por 4 anos, quando outros tratamentos para diabetes e/ou para doença cardiovascular foram potencialmente alterados.13

As comparações dos grupos na presente análise foram entre o grupo testosterona baixa/tratado e o grupo testosterona baixa/não tratado no final do estudo clínico randomizado controlado BLAST de 30 semanas e após o período de acompanhamento de 1 ano (semana 30 a 82).

Posteriormente, o grupo testosterona baixa/tratado foi dividido em um grupo de testosterona baixa/tratado/interrompido e um grupo testosterona baixa/tratado/contínuo, dependendo se a terapia com testosterona foi continuada ou não, além do tratamento normal do diabetes durante a fase final de 4 anos.

As Tabelas 1 a 4 mostram as alterações nos valores da circunferência abdominal, peso, HbA1c e escores do índice internacional de função erétil (IIFE), ilustrados nas figuras 1 a 4.

Figura 1 e Tabela 1: Alteração na circunferência da cintura após tratamento em curto e longo prazo com undecilato de testosterona.

Figura 1 e Tabela 1: Alteração na circunferência da cintura após tratamento em curto e longo prazo com undecilato de testosterona.
Fonte: Hackett G, Cole N, Mulay A, Strange RC, Ramachandran S. Long-Term Testosterone Therapy in Type 2 Diabetes Is Associated with Decreasing Waist Circumference and Improving Erectile Function. The World Journal of Men's Health. 2018.
  30 semanas 82 semanas Visita no 4º Ano
Testosterona baixa/não tratado
(circunferência abdominal no período basal: 113,6 cm)
-0,6 -2,1 -1,0
Testosterona baixa/tratado
(circunferência abdominal no período basal: 114,4 cm)
-3,0 -4,8 Testosterona baixa tratado/interrompido
-4

Testosterona baixa tratado/contínuo
-6

Figura 2 e Tabela 2: Alteração do peso corporal após tratamento em curto e longo prazo com undecilato de testosterona.

Alteração do peso corporal após tratamento em curto e longo prazo com undecilato de testosterona.
Fonte: Hackett G, Cole N, Mulay A, Strange RC, Ramachandran S. Long-Term Testosterone Therapy in Type 2 Diabetes Is Associated with Decreasing Waist Circumference and Improving Erectile Function. The World Journal of Men’s Health. 2018.
  30 semanas 82 semanas Visita no 4º Ano
Testosterona baixa/não tratado
(peso no período basal: 100,4 kg)
-0,1 -0,9 1,8
Testosterona baixa/tratado
(peso no período basal: 100,1 kg)
-1,2 -2,8 Testosterona baixa/ tratado/interrompido
-0,2

Testosterona baixa/ tratado/contínuo
-0,6

Figura 3 e Tabela 3: Alteração na HbA1c após tratamento em curto e longo prazo com undecilato de testosterona.

Alteração na HbA1c após tratamento em curto e longo prazo com undecilato de testosterona.
  30 semanas 82 semanas Visita no 4º Ano
Testosterona baixa/não tratado
(HbA1c no período basal: 7,5 %)
-0,14 -0,24 0,09
Testosterona baixa/tratado
(HbA1c no período basal: 7,6 %)
-0,1 -0,44 Testosterona baixa/ tratado/interrompido
0,08

Testosterona baixa/ tratado/contínuo
-0,22

Figura 4 e Tabela 4: Variação no escore de função erétil (IIFE) após tratamento em curto e longo prazo com undecilato de testosterona.

Variação no escore de função erétil (IIFE) após tratamento em curto e longo prazo com undecilato de testosterona.
  30 semanas 82 semanas Visita no 4º Ano
Testosterona baixa/não tratado -1,9 -0,1 -2,0
Testosterona baixa/tratado 1,0 4,8 Testosterona baixa/tratado/interrompido
-2,6

Testosterona baixa/tratado/contínuo
8,6

Como mostra a tabela 5, a terapia com testosterona reduziu acentuadamente o número de medicamentos necessários para controlar o diabetes. No grupo de testosterona baixa/sem tratamento, 14,3%, 28,6%, 38,1% e 17,1% dos homens fazia uso de 0, 1, 2 e ≥3 medicamentos, respectivamente. Os valores correspondentes para os grupos de testosterona baixa/tratado/interrompido e testosterona baixa/tratado/contínuo foram de 12,8%, 41,0%, 25,6%, 20,5% e 48,8%, 41,5%, 4,9% e 4,9%, respectivamente.

Tabela 5: Número de medicamentos prescritos para controlar o diabetes em homens não tratados e tratados com testosterona.

  Testosterona baixa/não tratado Testosterona baixa/tratado/interrompido Testosterona baixa/tratado/contínuo
Número de medicações para o diabetes
utilizadas (%)
 
0 medicação (somente dieta) 14,3 12,8 48,8
1 medicação 28,6 41 41,5
2 medicações 38,1 25,6 4,9
3 medicações ≥17,1 20,5 4,9

Comentários

Este é o primeiro estudo longitudinal em longo prazo (seguimento médio, 3,8 anos) para descrever o efeito da terapia com testosterona em homens com diabetes tipo 2 submetidos a tratamento primário de rotina para manejo do controle glicêmico.18

Redução da circunferência da cintura com ganho de peso concomitante

No grupo de homens que continuaram a terapia com testosterona durante todo o acompanhamento de 4 anos, um achado particularmente interessante foi observado; o peso corporal e a circunferência da cintura diminuíram significativamente até o final do período de 82 semanas; após esse período o peso corporal começou a aumentar, enquanto a circunferência da cintura continuou a diminuir.18 Em contraste, no grupo de homens que interromperam a terapia com testosterona após 82 semanas, tanto o peso corporal quanto a circunferência da cintura aumentaram. Isto sugere que os homens que continuaram a terapia com testosterona em longo prazo tiveram aumento de massa magra (presumivelmente massa muscular). O suporte para essa interpretação vem de um estudo randomizado controlado que mostra que a terapia com testosterona pode aumentar a massa corporal magra em 3 kg e simultaneamente reduzir a massa gorda na mesma quantidade, resultando em nenhuma alteração no peso corporal, mas em melhora dramática da composição corporal e do controle metabólico.19 Assim, a dependência exclusiva do peso corporal e do IMC pode ser muito enganadora, pois disfarça uma valiosa melhora na composição corporal que, por sua vez, está associada ao aumento da força muscular, da aptidão física e à redução da fragilidade.20 Isso ressalta a importância de avaliar as alterações na circunferência da cintura em conjunto com as alterações do peso corporal na prática clínica.

Melhora contínua em longo prazo na função erétil

Outro achado notável neste estudo é que em homens que interromperam a terapia com testosterona após 82 semanas, as melhoras na HbA1c e na função erétil alcançadas durante a terapia com testosterona, rapidamente começaram a deteriorar. Em contraste, entre os homens que continuaram a terapia com testosterona por 4 anos, a função erétil continuou a melhorar acentuadamente. Essa melhora acentuada progressiva da função erétil por quase 4 anos - independente do PDE5I - é altamente notável, pois se acreditava anteriormente que melhoras máximas na função erétil são geralmente obtidas após 3-6 meses de terapia com testosterona.21 Várias diretrizes clínicas recomendam que homens com hipogonadismo limítrofe devam ser submetidos a um teste terapêutico com testosterona por 3 meses22, 6 meses23 ou 12 meses24 para ver se há bom resultado. A disfunção erétil é um dos principais sintomas associados ao hipogonadismo25 e, portanto, a melhora da função erétil é uma medida importante da eficácia da terapia com testosterona. Portanto, é fundamental que os profissionais de saúde sejam informados de que pacientes com hipogonadismo tratados com testosterona por 3-12 meses, que não obtiveram a melhora esperada da função erétil, provavelmente responderão positivamente se mantiverem a terapia com testosterona consistentemente por período de tempo mais longo.

Foi afirmado que o tratamento com PDE5I e não com testosterona deve ser o tratamento de primeira linha para homens com disfunção erétil.26 Entretanto, os dados apoiam a prática de combinar o PDE5I com a terapia com testosterona, porque cada tratamento tem efeitos benéficos independentes sobre a função erétil, assim como na redução da mortalidade por todas as causas.16,17

Necessidade de menos medicamentos para o diabetes em homens tratados com undecilato de testosterona

Outro achado importante neste estudo de longo prazo é que os homens em tratamento contínuo não interrompido com undecilato de testosterona em longo prazo precisaram de menos medicações para controlar seu diabetes. Isto é de grande importância clínica e pode ter impacto significativo na prática clínica. A testosterona é conhecida como "hormônio da libido", mas também é um poderoso hormônio metabólico.27 A redução da necessidade de medicação para o diabetes neste estudo está de acordo com dados de estudos mais longos, que demonstraram que a terapia com testosterona por pelo menos 7 anos pode resultar em remissão do diabetes tipo 2 e na interrupção completa das medicações para o diabetes.3 , 8

PP-NEB-BRA-0148-1

Referências

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Saiba mais em

Diagnóstico

Os sintomas de hipogonadismo podem variar de acordo com a pessoa.

Terapia

A terapia de reposição de testosterona é caracterizada por uma larga margem de segurança e boa tolerabilidade.

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