Novidades científicas

Em homens obesos
com mais de 45 anos,
A incidência de hipogonadismo
pode atingir 40% 1

Novidades científicas

Remissão de diabetes tipo 2 em um homem hipogonádico após terapia de reposição com testosterona a longo prazo

O número de pacientes com diabetes tipo 2 está aumentando rapidamente em todo o mundo. Esta epidemia é impulsionada pelos efeitos combinados do envelhecimento da população, níveis crescentes de obesidade, estilo de vida sedentário e hábitos alimentares pouco saudáveis. 1,2 A prevalência de diabetes tipo 2 é de cerca de 12% nos países ocidentais e aumenta para 25% entre os idosos > 65 anos.3

Eficácia e tolerabilidade do undecilato de testosterona injetável: um estudo de vigilância pós-comercialização

Ésteres injetáveis de testosterona são uma das formulações mais comumente utilizadas para o tratamento do hipogonadismo.1 Aqui relatamos resultados de um estudo observacional de vigilância pós-comercialização de undecilato de testosterona injetável, publicado no The Aging Male, com o objetivo de avaliar a eficácia do undecilato de testosterona como tratamento para o hipogonadismo e documentar reações adversas, particularmente relacionadas à policitemia e à próstata.

Tratamento com Testosterona e a Incidência de Fibrilação Atrial

Enquanto o efeito do tratamento de testosterona sobre a saúde cardiovascular ainda é um tópico de debate, um conjunto crescente de evidências está desmistificando a crença difundida de que o tratamento com testosterona está associado a risco cardiovascular.

Terapia de testosterona a longo prazo melhora a função cardiometabólica e reduz o risco de doença cardiovascular: Resultados de vida real

Terapia de Testosterona a Longo Prazo Melhora a Função Cardiometabólica e Reduz o Risco de Doença Cardiovascular em Homens com Hipogonadismo: Um Estudo de Registro Observacional de Vida Real que Compara Grupos Tratados e Não Tratados (Controle). Journal of Cardiovascular Pharmacology and Therapeutics. 2017:epub. Traish A, Haider A, Haider K, Doros G, Saad F.

Tratamento com testosterona e câncer de próstata: mito ou verdade?

O tratamento com testosterona não está associado a maior risco de câncer de próstata ou agravamento dos sintomas do trato urinário inferior: resultados do Registro de Hipogonadismo em Homens(RHYME) – avaliação prostática. Debruyne FM, Behre HM, Roehrborn CG, et al. BJU Int. 2016.

Relação cintura-estatura como ferramenta de triagem para a deficiência de testosterona e riscos à saúde

Uma crença comum é de que a deficiência de testosterona é um “problema de homens mais velhos”. Esta afirmação está incorreta. Na verdade, o excesso de gordura corporal pode fazer com que os níveis de testosterona diminuam em níveis equivalentes a 10 anos de envelhecimento.1 Diversos estudos demonstraram que o excesso de gordura corporal está associado a níveis reduzidos de testosterona independentemente do envelhecimento

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1. Dhindsa S, Miller MG, Mcwhirter CL et al. Testosterone concentrations in diabetic and nondiabetic obese men. Diabetes Care 2010 Jun; 33(6):1186-92.

Saiba mais em

Diagnóstico

Os sintomas de hipogonadismo podem variar de acordo com a pessoa.

Terapia

A terapia de reposição de testosterona é caracterizada por uma larga margem de segurança e boa tolerabilidade.

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